O que muda quando se aprende a escrever com mais cuidado
Relatos de quem passou pelos programas e voltou ao trabalho com ferramentas que continuam sendo usadas.
← InícioO que dizem os participantes
Ana Nogueira
Gestora de Contas · São Paulo, SP
Fiz o Curso de Comunicação Escrita em julho. Cheguei esperando dicas de como escrever e-mails mais "profissionais" — mas o que encontrei foi bem diferente. As sessões trabalham situações onde você já está no problema: o cliente que respondeu mal, o colega que não concordou, o gestor que pediu revisão por escrito. A reescrita em grupo das situações reais é o que ficou. Três semanas depois do curso, já tinha usado a biblioteca de estruturas pelo menos umas oito vezes.
Julho de 2025
Marcos Ribeiro
Gerente de Suporte · Rio de Janeiro, RJ
Participei do Programa para Equipes com outros quatro colegas do time de suporte. O ritmo quinzenal funcionou bem — deu tempo de praticar no trabalho real entre as sessões e trazer os resultados para a reunião seguinte. O que menos esperava era a sessão sobre como registrar uma troca difícil em linguagem neutra para handover interno. Isso virou parte do nosso processo. A adaptação dos modelos ao nosso contexto de atendimento foi bem-feita, sem perder tempo com exemplos que não têm a ver com o que vivemos.
Junho de 2025
Camila Ferreira
Coordenadora de Projetos · Belo Horizonte, MG
Fazia tempo que eu evitava escrever quando a situação era difícil — preferia ligar. Depois do curso, entendi melhor quando a escrita ajuda e quando ela complica. Essa distinção, por si só, já valeu o tempo investido. A turma pequena faz diferença: você se sente à vontade para trazer as situações reais, e o feedback do grupo é bem mais útil do que qualquer exercício genérico.
Julho de 2025
Lucas Santos
Gerente de Delivery · Curitiba, PR
O programa para equipes foi proposto pelo meu gestor e, sinceramente, fui com expectativa baixa. Saí diferente. A parte que mais me surpreendeu foi a sessão sobre como entregar informações indesejadas com antecedência — é uma habilidade que uso toda semana e nunca tinha parado para pensar estruturalmente. A principal limitação é que o tempo de cada sessão passa rápido; às vezes queríamos continuar e não dava.
Junho de 2025
Patricia Teixeira
Diretora de Operações · Rio de Janeiro, RJ
Contratamos o Engajamento em Sistemas para nossa empresa — cerca de 60 pessoas distribuídas em quatro áreas. O que mais me chamou atenção foi o processo de mapeamento inicial: antes de começar qualquer mudança, a Tessitura passou semanas entendendo como cada área realmente se comunica, não como supomos que nos comunicamos. O guia de redação que entregaram ao final está sendo usado de fato — não ficou na gaveta como acontece com a maioria dos documentos de processos.
Julho de 2025
Rodrigo Alves
Analista de Relacionamento · Porto Alegre, RS
Fiz o curso individualmente enquanto estava passando por um período de bastante atrito com um cliente específico. As sessões me deram linguagem para o que eu já sentia mas não sabia nomear — o que é uma mensagem que escala e o que é uma mensagem que abre saída. Não é uma fórmula mágica: você ainda precisa pensar. Mas pensa de forma mais organizada, com menos improviso.
Julho de 2025
Situações reais, resultados concretos
Uma equipe de suporte técnico de dezesseis pessoas enfrentava reclamações frequentes de que as respostas por e-mail "pareciam defensivas" — mesmo quando o problema já havia sido resolvido. O tom estava criando atrito onde não havia mais motivo para ele.
Doze semanas de Programa para Equipes com dez participantes selecionados. Sessões focadas em registrar trocas em linguagem neutra e responder reclamações que já escalaram uma vez. Os modelos foram adaptados ao vocabulário técnico do setor.
Redução nas reaberturas de chamados por "resposta insatisfatória" ao longo das oito semanas seguintes ao programa. O gestor relatou que as mensagens de encerramento de chamado passaram a ser usadas internamente como modelo pela equipe ampliada.
"O que mudou não foi a competência técnica — essa a equipe já tinha. Mudou a capacidade de mostrar essa competência por escrito sem soar defensivo."
— Gerente de Suporte, empresa de tecnologia
Uma organização com quarenta e cinco funcionários tinha formatos internos de comunicação muito diferentes entre as áreas. Uma nota de escalação na área financeira não era lida da mesma forma pela área de operações — gerando mal-entendidos que atrasavam decisões.
Engajamento de seis meses cobrindo mapeamento de prática atual, redesenho de quatro formatos recorrentes, produção do guia de redação institucional e implantação supervisionada. Três revisores internos preparados para manutenção contínua.
Os novos formatos de escalação foram adotados pelas quatro áreas ao longo do quinto mês. A diretora executiva relatou que as reuniões de alinhamento entre áreas ficaram menores — porque as trocas escritas estavam chegando com mais clareza antes delas.
"A entrega que mais nos surpreendeu foi o plano de manutenção. Pela primeira vez temos um documento que diz explicitamente quem revisa o guia, quando e como."
— Diretora executiva, organização do terceiro setor, Rio de Janeiro
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9h às 18h (BRT)
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Profissionais formados
4,8
Média de avaliação (5.0)
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